quinta-feira, 26 de março de 2020
terça-feira, 24 de março de 2020
Plantas e Ervas Expectorantes - Receita Natural
Segundo o dicionário, a palavra expectorar significa “expelir pela boca mucosidades e outras matérias que obstruem os brônquios” ou “escarrar”. De modo mais simples, podemos dizer que a expectoração é eliminação do catarro que é produzido em excesso pelo organismo. A tosse é uma forma clássica de limpeza das vias aéreas para que o muco seja “jogado” para fora do corpo.
As plantas e ervas expectorantes são aquelas que ajudam a limpar as vias respiratórias por meio da eliminação do muco. Por isso, é importante conhecê-las bem. Com essa lista em mãos, é possível preparar chás e xaropes que ajudam no tratamento de doenças como: asma, bronquite, sinusite, rinite, gripe e resfriados. As plantas indicadas também são excelentes para aliviar sintomas como: tosse, sensação de pulmão cheio, chiado e dificuldade para respirar.
16 plantas expectorantes
Agrião
Muito utilizado na culinária, o agrião é um dos mais importantes expectorantes naturais que conhecemos. Por isso, ele é usado no preparo de xaropes industrializados e também tem destaque em várias receitas caseiras. Podemos usá-lo nesses preparos ou também consumi-lo cru em saladas. O suco feito com as folhas e ramas é outra excelente opção para quem está com tosse, principalmente se for adoçado com mel.
Alcaçuz
O alcaçuz tem sabor naturalmente adocicado, além de contar com propriedades medicinais bastante relevantes. Sua ação emoliente e expectorante é muito eficaz no tratamento da bronquite e da tosse crônica. A planta também é anti-inflamatória, antioxidante e bactericida.
Alecrim
É indicada para combater diversos tipos de problemas respiratórios, como tosse, asma e gripe. Ela ajuda na expectoração e também tem ação anti-inflamatória, atuando em duas frentes principais para aliviar os sintomas. Para preparar o chá e o xarope, recomenda-se uma quantidade de 5 a 10g da erva para cada litro de água.
Assa-Peixe
A planta conhecida como assa-peixe combate as tosses, gripes, resfriados e a bronquite. Ela pode ser usada no preparo de chás, sucos e xaropes por quem sofre com problemas crônicos de pulmão. Esses efeitos benéficos já foram comprovados por pesquisas realizadas no Brasil.

Assa-Peixe
Avenca
A avenca também é um excelente expectorante natural, facilitando a eliminação do muco acumulado nas vias aéreas. Por essa razão, o uso da planta é indicado para principalmente a bronquite e a tosse com catarro (produtiva). Ela também pode ser usada no preparo de chás e xaropes.
Borragem
O chá preparado com a borragem contém vitamina C, que ajuda a fortalecer o sistema imunológico, e também tem ação expectorante. Por isso, a planta é considerada como um antigripal natural, além de ser anti-inflamatória, sudorífica, expectorante e emoliente. Seu uso é indicado em casos de problemas respiratórios agudos.
Carapiá
O carapiá é anti-febril, sudorífico, expectorante e anti-inflamatório. A planta é usada para fins medicinais desde o século XVII e sua seiva tem papel fundamental no tratamento de problemas ligados ao sistema respiratório.
Cardo Santo
O cardo santo é outra planta recomendada para quem sofre com os problemas respiratórios. Ela tem ação expectorante e antisséptica, eliminando, assim, o muco e os microrganismos causadores de doenças. A asma e o catarro nos brônquios podem ser tratados com o uso da planta medicinal.
Eucalipto
O eucalipto cheiroso (Corymbia citriodora) é muito conhecido popularmente por suas propriedades medicinais. Ele é tido com balsâmico, expectorante e antiasmático. Por isso, o uso do chá da planta é indicado para distúrbios respiratórios como o a sinusite e a bronquite.
Guaco
O guaco é um “santo remédio” para os pulmões. Ele é antisséptico e limpa as vias respiratórias. Além disso, atua como expectorante, antiasmático, febrífugo, antigripal, cicatrizante e sudorífico. O chá ou o xarope preparado com as folhas do guaco alivia a tosse e os sintomas da gripe.

Guaco
Ipecacuanha
Você já ouviu falar da ipecacuanha? Quando os europeus chegaram ao Brasil, logo se interessaram pelas utilidades dela. Essa planta bastante conhecida no nordeste brasileira ganhou fama por causa das propriedades medicinais de suas raízes. Ela é usada no tratamento da tosse com catarro e da bronquite.
Ipê Roxo
A casca do ipê-roxo possui diversas propriedades terapêuticas importantes. A planta é analgésica e anticoagulante, além de atuar com um antibiótico natural. O consumo da decocção preparada com a casca é recomendada para quem sofre com a asma e a bronquite, pois ajuda a desobstruir as vias aéreas.
Jatobá
O jatobá é uma planta nativa do Brasil que vem sendo muito estudada por suas propriedades medicinais. Seu uso contra doenças do pulmão é muito comum em diferentes regiões do país devido à herança indígena. Ela é indicada para tosse, catarro no peito, gripe, asma e bronquite.
Laranjeira
As folhas da laranjeira são consideradas pela medicina popular como sendo depurativas e sudoríficas. As substâncias contidas nelas também atuam na limpeza do pulmão e das vias respiratórias. O chá preparado com a planta é ótimo para aliviar os sintomas das gripes e dos resfriados, além de conter vitaminas e sair minerais.
Malva
A malva é diurética, emoliente e expectorante. Por causa dessas características, seu uso é altamente indicado para tosse, bronquite, catarro e faringites. A ANVISA recomenda o chá da planta para tratar os problemas respiratórios, usando 2 g da planta para cada xícara (chá) de água. Ela melhora a expectoração e, por isso, traz alívio para os sintomas desses males.
Verbasco
Poucas plantas são tão eficazes quanto o verbasco quando o assunto é o pulmão. Ela é um excelente expectorante natural e combate as doenças respiratórias como a tosse, a bronquite e asma. Por ter função cicatrizante, também recupera os tecidos pulmonares danificados pelas infecções.
sábado, 21 de março de 2020
Hipertireoidismo - Receita Natural
- O Que Evitar e Como Cuidar?
O hipertireoidismo é uma doença causada pelo excesso de hormônios tireoidianos, o que provoca um aumento do metabolismo, e pode ocasionar perda de peso, aumento excessivo de apetite, agitação e arritmia. A doença de Graves é ligada ao hipertireoidismo, e ela provoca o aumento de hormônios pelo fato de o sistema imunológico começar a produzir anticorpos que atacam a própria glândula tireoide. Essa doença apresenta sintomas oculares como dor na movimentação, incômodo com a luz, olhos vermelhos e saltados.
Os risco do hipertireoidismo são vinculado à fertilidade feminina, intestino solto, fraqueza nos músculos, queda de cabelo, perda de cálcio nos ossos, entre outros problemas. É importante ter o acompanhamento de um especialista, pois esta é uma doença complicada e que pode ocasionar diversas consequências graves. O tratamento médico do hipertireoidismo é feito por meio do uso de medicamentos antitireoidianos, com o apoio de um médico endocrinologista. Porém, algumas dicas podem ajudar a tratar o hipertireoidismo de forma natural, confira abaixo.
Como tratar o hipertireoidismo de forma natural?
É importante mencionar que as dicas citadas abaixo são relativas ao tratamento e prevenção do hipertireoidismo de forma natural. Porém, é imprescindível que os indivíduos que enfrentem esta condição realizem um tratamento médico com um endocrinologista, para que este possa receitar os medicamentos corretos, que incluem antitireoidianos.
Uso de Imunossupressores
Como a maior parte das causas do excesso de hormônios se dá por causa de anticorpos, a recomendação é a utilização de imunossupressores naturais. Este tipo de propriedade faz com que o sistema imunológico perca sua eficiência ou reduza sua atividade para que os novos corpos possam se adaptar ao sistema. Normalmente é usada em doenças auto-imunes e em transplantes, evitando a rejeição do organismo.
Vale lembrar que quando o sistema imunológico esta desfavorecido deve-se ter atenção em dobro com bactérias e vírus. O chapéu de couro é um dos chás que possui essa propriedade imunossupressora. A semente de linhaça e a erva de são João também, além da cúrcuma, relshl, dentre outras plantas e alimentos.

Confira dicas de como tratar o hipertireoidismo de forma natural.
Evitar a Ingestão de tóxicos
A ingestão de tóxicos são muito prejudiciais para a desregulação hormonal, então, afastar-se dos halogênios, como o brometo, flúor, cloro e percloratos, é essencial. O brometo era utilizado na panificação, mas foi proibido. Contudo ainda pode ser encontrado em tinturas de cabelo, géis e fixadores ou em conservantes farmacêuticos. Ademais, o flúor é um tóxico muito como, é encontrado em enxaguantes bucais e pastas de dente. A água que chega às nossas torneiras é cheia de flúor e cloro, então procure beber água de filtre de cerâmica ou magnetizados.
A soja possui ácido fítico, este ácido impede a absorção de cálcio, zinco e magnésio. É o alimento com maior concentração de substâncias que possuem atividade antitireoidiana. Tanto para o hipertireoidismo, quanto para o hipotireoidismo a soja é um péssimo alimento.
Cuidado com minerais e vitaminas
O iodo deve ser reduzido, pois este é um elemento químico essencial para a síntese dos hormônios tireoidianos, a triiodotironina (T4) e a tiroxina (T3). É indicado para o hipotireoidismo, mas quando você já possui excesso deste hormônio, como é o caso do hipertireoidismo, é necessário impedir a produção e estabilizar a glândula tireoidiana.
Evite sal, lacticínios, peixes, carnes embutidas, temperos e molhos prontos, alimentos enlatados e industrializados no geral. Ademais, capriche na vitamina D, pois ela é crucial para o funcionamento da tiroide. Essa vitamina desempenha um papel fundamental para o equilíbrio e regulação do sistema imunológico. Alguns alimentos possuem vitamina D, mas ela é mais facilmente adquirida pela exposição ao sol.
Faça exames com regularidade, acompanhando os estados da doenças juntamente com um especialista em naturologia. Opte por produtos orgânicos e preze pelo equilíbrio, evitando excessos.
Acima reportagem da Receita Natural
Abaixo reportagem do site ABC da Saúde
AUTOR
Dr. Mauro Antonio Czepielewski
TIREOIDITE DE HASHIMOTO
Sinônimos e Nomes populares:
Tireoidite auto-imune; Tireoidite Linfocítica Crônica; inflamação na tireóide, tireóide preguiçosa.
O que é?
É uma doença auto-imune na qual o próprio organismo produz anticorpos contra a glândula tireóide levando a uma inflamação crônica que pode acarretar o aumento de volume da glândula (bócio) e diminuição do seu funcionamento (hipotireoidismo).
Tratando-se de doença auto-imune, a mesma pode estar associada a outras doenças com essas características, envolvendo outras glândulas (supra-renal, paratireóides, pâncreas, gônadas) ou outros órgãos como a pele e o fígado, principalmente (ver Hipotireoidismo e Insuficiência Adrenal, nesse site).
É a causa mais comum de aumento da tireóide em mulheres entre os 20 e 40 anos de idade, ocasionando especialmente o bócio difuso.
Como se desenvolve?
O próprio organismo desenvolve anticorpos contra a glândula tireóide.
Essa situação ocorre mais freqüentemente em mulheres e em pessoas que apresentam alguma predisposição genética, uma vez que a doença acomete diversas pessoas em uma mesma família.
Geralmente os anticorpos são contra enzimas existentes na glândula (anticorpos antimicrossomais e antitireoperoxidase) ou contra a tireoglobulina, que é uma das mais importantes proteínas existentes na tireóide.
Na medida em que a doença tem características auto-imunes, pode ocorrer o envolvimento de outras glândulas, caracterizando a Insuficiência Poliglandular Auto-imune.
Esse conjunto de alterações possui dois tipos:
| Tipo I | Que ocorre mais freqüentemente na infância, o paciente apresenta envolvimento das adrenais, paratireóides, gônadas e produção de glóbulos vermelhos (anemia). | |
| Tipo II | O paciente apresenta Tireoidite de Hashimoto, Diabetes Mellitus, envolvimento das gônadas e da pele (vitiligo). |
O que se sente?
Os pacientes com tireoidite de Hashimoto podem apresentar sintomas locais e gerais. Os sintomas locais são o aumento de volume da tireóide e leve dor local. O aumento de volume é denominado bócio, que nestes casos, apresenta um envolvimento de toda a glândula, levando a um bócio difuso.
A dor é um sintoma que ocorre raramente, e em geral é de pouca intensidade e notada sobre a região inferior do pescoço.
Na situação em que o paciente apresenta um quadro de dor de aparecimento recente (alguns dias) e de intensidade importante, deve se suspeitar de uma outra forma de tireoidite, que é a tireoidite sub-aguda. Essa doença é um processo inflamatório de origem viral que acomete rapidamente a tireóide, não estando associada a um processo auto-imune. Essa forma de tireoidite é denominada Tireoidite Sub-Aguda e apresenta diagnóstico e tratamento específico.
Os sintomas gerais são decorrentes da diminuição de funcionamento da tireóide, provocando o quadro clínico de hipotireoidismo primário (ver item específico desse site).
Como o médico faz o diagnóstico?
O diagnóstico é realizado a partir da história clínica e de uma avaliação adequada, que inclui o exame detalhado do pescoço e a pesquisa dos sinais e sintomas de diminuição de funcionamento da tiróide (hipotireoidismo). A partir da avaliação médica inicial, o paciente deverá realizar avaliação da função da tireóide com dosagem do TSH (hormônio tireo-estimulante), eventualmente com a dosagem de T4 e através da pesquisa dos anticorpos antitireóide.
Entre os anticorpos antitireóide deve ser preferida a realização da pesquisa de anticorpos antitireoperoxidase (anticorpos anti-TPO), podendo também serem realizados os anticorpos antimicrossomais e antitireoglobulina, embora com menor sensibilidade diagnóstica.
Se o paciente apresenta aumento importante da tireóide e nódulo, é útil a realização de uma ecografia do pescoço para avaliação das características da tiróide, o que irá determinar se existe apenas um ou mais nódulos na glândula e quais são as características destes nódulos.
Se existem vários nódulos, porém um deles é proeminente (dominante) ou se houver um nódulo em um bócio difuso, o mesmo deverá ser puncionado para um diagnóstico detalhado. Um exame que apresenta indicação duvidosa nos casos de Hipotireoidismo e Tireoidite de Hashimoto é a realização da medida de captação de iodo radioativo pela tireóide ou da cintilografia da tireóide. Esses exames, que demonstrarão diminuição da captação de iodo e dificuldade na identificação da glândula tireóide, são exames trabalhosos e que utilizam radioatividade, motivo pelo qual vêm sendo abandonados para essa finalidade.
Como se trata?
Nos casos em que ocorre o hipotireoidismo, está indicado o tratamento específico (ver item específico desse site). Nos casos em que os anticorpos são positivos e a função tireoideana é normal, o paciente deve realizar uma avaliação médica e hormonal periódica (semestral ou anual) e medicado de acordo com sua evolução. O surgimento de nódulos ou outras doenças associadas deve também ser periodicamente avaliado.
É importante salientar que apesar de serem detectados anticorpos contra a glândula tireóide, o tratamento com medicamentos que possam eventualmente diminuí-los não está indicado. Assim, pessoas que apresentam anticorpos positivos, não devem ser medicados com cortisona (corticóides), anti-inflamatórios ou imunossupressores. Os efeitos colaterais dessas drogas são maiores que seus benefícios nesses casos.
Como se previne?
Não se conhecem métodos de prevenção para a doença Tireoidite de Hashimoto.
Ela pode, por outro lado, ser detectada precocemente se avaliarmos periodicamente pacientes de risco. Esses pacientes são aqueles que apresentam alguma das doenças associadas ou familiares em primeiro grau portadores da doença. Em pacientes já diagnosticados e que ainda não apresentam hipotireoidismo, o mesmo deve ser pesquisado periodicamente, evitando assim o desenvolvimento de sinais e sintomas de deficiência dos hormônios da tireóide.
RECOMENDADO PARA VOCÊ
Hipertireoidismo Os sintomas ocorrem em decorrência do excesso de funcionamento da glândula tireóide ou da ingestão dos hormônios da tireóide.
Hipotireoidismo É um quadro clínico que ocorre pela falta dos hormônios da tireóide em decorrência de diversas doenças da tireóide.
Insuficiência Adrenal Aguda Ocorre quando, rapidamente, as glândulas adrenais deixam de produzir seus hormônios característicos, que são a cortisona e/ou a aldosterona.
Bócio Corresponde a um conjunto de doenças da glândula tireóide que se caracterizam por um aumento perceptível no tamanho desta glândula. Como a tireóide se localiza na parte anterior e inferior do pescoço, é nesta região que as pessoas irão observar este aumento, que pode envolver toda a tireóide (aumento difuso, bócio difuso) ou provocar a formação de um ou mais nódulos (caroços).
Nódulos de Tireoide São lesões arredondadas (ovóides) que se desenvolvem na glândula tireóide, situados na região anterior e inferior do pescoço. Podem ser únicos ou múltiplos.
Câncer de Tireoide O câncer da tireóide se inicia quando células da tireóide se modificam e sofrem um crescimento e proliferação descontrolado, formando um tumor.
Teste do Hormônio da Tireoide - T3 É a dosagem de um dos hormônios da glândula tireóide. Sua medida, em geral, é realizada juntamente com a de outros hormônios relacionados que são o T4 e o TSH.
Teste do Hormônio da Tireoide - T4 Dosagem do principal hormônio produzido pela glândula tireóide. Sua medida, em geral, é realizada juntamente com a de outros hormônios relacionados que são o T3 e o TSH.
Cintilografia da Tireoide É um exame utilizado na investigação de problemas da tireóide, especialmente indicado para pacientes portadores de nódulos de tireóide.
Doença de Addison Doença caracterizada pela produção insuficiente dos hormônios da glândula supra-renal ou adrenal
Hipotireoidismo É um quadro clínico que ocorre pela falta dos hormônios da tireóide em decorrência de diversas doenças da tireóide.
Insuficiência Adrenal Aguda Ocorre quando, rapidamente, as glândulas adrenais deixam de produzir seus hormônios característicos, que são a cortisona e/ou a aldosterona.
Bócio Corresponde a um conjunto de doenças da glândula tireóide que se caracterizam por um aumento perceptível no tamanho desta glândula. Como a tireóide se localiza na parte anterior e inferior do pescoço, é nesta região que as pessoas irão observar este aumento, que pode envolver toda a tireóide (aumento difuso, bócio difuso) ou provocar a formação de um ou mais nódulos (caroços).
Nódulos de Tireoide São lesões arredondadas (ovóides) que se desenvolvem na glândula tireóide, situados na região anterior e inferior do pescoço. Podem ser únicos ou múltiplos.
Câncer de Tireoide O câncer da tireóide se inicia quando células da tireóide se modificam e sofrem um crescimento e proliferação descontrolado, formando um tumor.
Teste do Hormônio da Tireoide - T3 É a dosagem de um dos hormônios da glândula tireóide. Sua medida, em geral, é realizada juntamente com a de outros hormônios relacionados que são o T4 e o TSH.
Teste do Hormônio da Tireoide - T4 Dosagem do principal hormônio produzido pela glândula tireóide. Sua medida, em geral, é realizada juntamente com a de outros hormônios relacionados que são o T3 e o TSH.
Cintilografia da Tireoide É um exame utilizado na investigação de problemas da tireóide, especialmente indicado para pacientes portadores de nódulos de tireóide.
Doença de Addison Doença caracterizada pela produção insuficiente dos hormônios da glândula supra-renal ou adrenal
AUTOR
Dr. Mauro Antonio Czepielewski
quinta-feira, 5 de março de 2020
Conheça 5 Chás que Auxiliam a Emagrecer Sem Sofrimento
Na busca do corpo perfeito acabamos sofrendo com dietas loucas que mudam completamente nossos hábitos alimentares, cortando carboidratos, doces e, muitas vezes, nos fazendo passar um pouco de fome. Porém, não é preciso sofrer para emagrecer, pois pode-se realizar substituições saudáveis e que irão beneficiar muito o indivíduo no que se tange a sua saúde. É importante adicionar na dieta diversos itens mais saudáveis, como o chá.
Você pode consumi-lo em conjunto com as refeições diárias e pode variar em diversos sabores, além de usufruir do auxílio que eles dão para emagrecer. Confira algumas opções.
Chás para ajudar a emagrecer
Chá de Oliveira
O principal composto da oliveira é a propriedade oleuropeína. O chá de oliveira age diminuindo inflamações, o que reduz níveis de gordura abdominal e normaliza a sensibilidade à glicose, além de acelera o metabolismo ativando a queima de gorduras.
Como preparar: Utilize 2 gramas de folhas secas para uma xícara de água, ferva por 5 minutos as folhas, coe e espere amornar. Beba 3 vezes ao dia, durante uma semana.

O chá de Oliveira é benéfico para o processo de emagrecimento.
Chá de Centella Asiática
Essa planta ajuda a controlar o apetite, combate inflamações (assim como a oliveira), desintoxica o organismo, por ser diurética, e ainda auxilia a reduzir o deposito de gordura nos adipócitos.
Como preparar:
Utilize 5 gramas de folhas secas para meio litro de água. Ferver por 2 minutos, tapar e aguardar 10 minutos. Após coe e espere amornar. Beba 3 vezes ao dia, durante uma semana.
Chá de Hibisco
Com alta concentração de antocianina, o hibisco é anti-inflamatório e antioxidante, com isso facilita a digestão e principalmente auxilia o fígado a processar gorduras.
Como preparar: Utilize 2 colheres de sopa de hibisco seco para 1 litro de água. Ferva a água, ponha a erva em infusão durante 5 minutos com o recipiente tapado e coe. Beba 3 vezes ao dia, durante uma semana.
Chás de Quebra-pedra e Cabelo de milho
Os dois chás tem função diurética, auxiliam na limpeza, desintoxicando e auxiliando na diminuição do inchaço. Você pode mesclar os dois chás ou usa-los separadamente.
Como preparar: Utilize 10 gramas de ervas secas para 1 litro de água. Ferva a água e deixe as ervas em infusão por 10 minutos, com o recipiente tapado, após coe. Beba 3 vezes ao dia, durante uma semana.
Chá de Cavalinha e chá de Carqueja
As duas plantas consideradas ervas daninhas podem ajudar a dissolver gorduras, elas agem em três órgãos que compõem o sistema digestivo, sendo eles os rins, fígado e intestino. Você pode mesclar as duas ervas ou usa-las separadamente.
Como preparar: Utilize 2 colheres de sopa para meio litro de água. Ferva a água e coloque as ervas em infusão, aguarde 10 minutos com o recipiente tapado. Coe e espere amornar. Beba 3 vezes ao dia, durante uma semana.
Benefícios
Para você potencializar os benefícios dos chás deve-se consumir 4 chás por mês, elegendo um por semana. Os resultados aparecem por volta do terceiro mês. Não esqueça que sem seu auxílio os chás não podem fazer milagres, facilite o trabalho deles mantendo uma alimentação saudável, exercícios físicos e seguindo algumas dicas abaixo.
Beba mais água e sucos desintoxicantes. Opte por frutas como abacaxi, melancia e maçã. Adicione lascas de gengibre para acelerar o metabolismo e sementes como chia, linhaça e tansagem para auxiliar a passagem pelo intestino. Ainda, substitua doces industrializados por frutas como pitaya, manga e caqui. Faça mingaus de aveia com frutos secos e cacau. Cozinhe frutas, como a maçã e a banana, para que fiquem mais doces, polvilhe canela e acrescente mel.
Consuma pães com fermentação natural, grãos germinados, brotos e alimentos probióticos, pois comidas vivas fazem bem para a saúde do nosso organismo e auxiliam as bactérias boas a cumprirem seu papel. Também, tente consumir mais integrais e orgânicos e menos brancos e tóxicos. Saiba de onde vem seu alimento, os produtos processados não são tão ricos em nutrientes e normalmente tardam mais em ser digeridos.
Evite comidas com muito sal e óleo, elas aumentam a vontade de comer doces. Ademais, a diminuição da carne, sendo corretamente substituída, ajuda a diminuir o consumo de refrigerantes, por exemplo. Por fim, receba massagens, pois hormônio do estresse, o cortisol, é um dos responsáveis por impedir o emagrecimento, por isso, se dê o luxo de receber massagens, sejam elas estéticas ou de relaxamento, e não confie em dietas de internet e confira as contra indicações dos alimentos que você consume. Cada organismo tem as suas particularidades e por isso não podemos nos basear em receitas generalizadas.
Fonte: Receita Natural
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